Você realmente ‘é’ ou apenas ‘parece ser’?

Post curtinho para compartilhar uma dúvida: como separar quem realmente é bom dos aproveitadores?

Existem grandes especialistas nos mais variados assuntos que criam metodologias, processos, trabalham com seriedade e realmente possuem resultados para apresentar e compartilhar. Essas pessoas possuem uma bagagem de qualidade e podem ser grandes mentores, consultores e apoiadores de estratégias que serão aplicadas e multiplicadas por todos os lugares.

Mas também existem as pessoas que se autointitulam algo, criam algo imaginário e preferem aplicar os “hacks de visibilidade” nas redes sociais do que realmente aplicar o devido esforço (e humildade) para conquistar algo efetivo. Vidas muito perfeitas, soluções fáceis para problemas fictícios, falas que apenas repetem o famoso “mais do mesmo” e chuvas de curtidas nos resultados.

Tenho certeza que você conhece pessoas nos dois grupos (E esse poderia ser um post seguindo uma linha dos “grandes gurus do linkedin” e pedir para você indicar esses nomes nos comentários, mas não é essa a intenção). Tem profissional que merece compartilhamento de tudo que escreve e faz, mas também tem gente que dá vontade de colar o selo “Bino, é uma cilada” a cada post cheio de storytelling vazio.

Existem os especialistas que estudam as melhores estratégias para criar conteúdos efetivos e os “redatores” que apenas copiam ou fazem materiais vazios para conquistar um falso engajamento que não dá resultado, no máximo uma métrica de vaidade. Ao mesmo tempo que vemos profissionais que trabalham o desenvolvimento de carreira com seriedade (e merecem o título de coach), chovem repetidores de autoajuda furada. Mas a lista aumenta e todo mundo pode fazer o seu exercício de pensar em sua própria área e quem são essas pessoas.

O mundo ainda não tão literal quanto aquele famoso episódio de Black Mirror, recebendo notas pelos relacionamentos e atos – e isso poderia ser ainda pior na criação dessa realidade que parecer em muitos casos é mais relevante do que realmente ser.

Pensando no trabalho em marketing, comunicação e relacionamento, é muito complexo separar essas referências e saber quais realmente importam. Quando começamos a entender melhor o mundo que nos cerca, acabamos separando mesmo ‘o joio do trigo’. E compreender o que é relevante e faz sentido é parte de muita pesquisa e muitos desafios diários.

E a dúvida segue sendo parte da rotina.

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